*Francisca Sheila
Grudados no vídeo, imóveis, os telespectadores do mundo inteiro assistem ao desenrolar dos acontecimentos de 11 de setembro. Tenho poucas lembranças de como reagi ao ver este atentado, na época eu era apenas uma criança, lembro de está em casa e ouvir a música do plantão da Globo, antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, vejo imagens de aviões penetrar nas torres, essas torres caírem e pessoas correndo, cercadas de uma nuvem de fumaça.
11 de setembro de 2001, estampou com toda clareza, o poder da imagem no mundo. A mídia anunciou e o mundo inteiro parou. A guerra de cadáveres, sofrimentos e muita emoção. Estávamos diante do maior atentado de todos os tempos, cerca de 4.500 mortos. Foi uma série de ataques suicidas coordenados pela Al-Qaeda aos Estados Unidos. Na manhã daquele dia, o World Trade Center foi ao chão. Nos dias que se seguiram aos ataques, o papel do telespectador era fechar-se em casa e informar-se com notícias e vídeos que eram disparados para o mundo inteiro dando detalhes do que ocorria.
Todos com a atenção voltada para aquele inexplicável acontecimento. Começam os questionamentos, qual seria a versão oficial dos atentados? As motivações por trás deles e as partes envolvidas? A mando de quem fizeram isso? Quem saiu beneficiado nessa história? E por que incluir tantos inocentes?
Nove anos depois do ataque terrorista às torres gêmeas que ficará para sempre recordado como o 11 de setembro, muitas coisas foram ditas, porém, nem tudo já foi dito. A verdade é que o mundo parou pra ver. E as lembranças daquele ano ainda hoje voltam repleto de porquês que jamais foram respondidos.
10/04/2011






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