domingo, 10 de abril de 2011

A história que não tem fim.

*Maria Rhemylla Oliveira



11 de setembro de 2001, o mundo para. Os olhos e os ouvidos de todos voltados para os EUA. Ninguém acredita no que vê. Os noticiários de todas as emissoras dizem a mesma coisa: “As estruturas da maior potencia mundial está abalada”. E para os que ainda assim não acreditam os jornais impressos, online e televisionados reforçam a informação: “Atentados terroristas a Nova Iorque, o World Trade Center foi ao chão”. Por volta de 4.500 mortos, entre eles os 19 sequestradores. Quem são eles? A mando de quem fizeram isso? Ainda não sabíamos, mas uma coisa era certa, eles iriam pagar por cada dólar, cada tijolo e cada vida perdida nesse ataque.
Com a atenção do mundo voltada para os Estados Unidos, vendo-os como vitima, ficou notável que eles “tinham” todo o direito do mundo para iniciar uma guerra. E como se o próprio ataque não fosse motivo suficiente, ainda houve uma “descoberta” de armas biológicas no Afeganistão. E assim, iniciou-se a guerras, sem dó nem piedade. Guerra essa onde as maiores vitimas foram os civis. Depois da acusação de armas biológicas os Estados Unidos precisava provar a veracidade dessa informação. Porém nada foi provado, nada foi encontrado.
Quem foi vitima e quem foi culpado, isso depende do ponto de vista, ou seria da mídia? Enfim, sabemos que países se beneficiaram com este atentado, propositalmente, ou não, o beneficio está lá.
Dez anos se passaram desde este acontecimento, e tudo que me vem a memória, é a “musiquinha” do Plantão da globo, e as imagens de aviões se chocando contra torres, pouco me importava com o que acontecia no mundo, afinal uma criança de 9 anos de idade quer mais é sonhar e brincar. Sonhar com um mundo onde todos são bons. Sonhar com um mundo onde famílias não são destruídas. Sonhar com um mundo onde no final todos se entendem e vivem em total harmonia. Brincar de ser criança. Brincar de ser feliz.  Enfim brincar de viver.

OBS.: Texto para disciplina de CRB, 2° período  
10/04/2011


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